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Vitor Hugo certa vez escreveu…

“Parece simples estar arruinado. Golpe violento, brutalidade da sorte; é a catástrofe uma vez por todas. Seja. Aceita-se. Tudo está acabado. Fica-se arruinado. Esta dito, morreu. Qual! Vive-se. É o que no dia seguinte começa-se a sentir. Por quê? Por alfinetadas. Passa um homem sem tirar o chápeu, chovem as contas das lojas, ri-se um inimigo. (…) os teus defeitos saltam aos olhos de todos; as ingratidões, não tendo que esperar mais nada, tiram a máscara; todos os imbecis predisseram o que te acontece; os maus dilaceram-te, os piores lamentam-te. E mais cem pormenores mesquinhos. A nauséa sucede às lágrimas. Bebias vinho, beberás sidra. (…) Não ser coisa alguma onde se foi tudo é uma decadência insuportável.” (Vitor Hugo)

Indescritível o que esse autor me faz sentir… sempre.

Ao reler essas linhas, penso nos refugiados em asilo aqui no Canadá. Et partout au monde…

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